quinta-feira, 28 de abril de 2011

“As vezes muita ajuda nos faz sentirmos inuteis”(Queila Gomes)

E afinal o que é a morte?

 
Ou o que não é. E algo tão real, mas não podemos vê-la vemos apenas suas conseqüências, trágicas conseqüências, de algo inexorável, porém inevitáveis, todos estão fadados a passar por essa experiência única e definitiva que emprega o fim de uma caminhada.
A morte é algo que não podemos decifrar não se pode tocar, não existe remédio, pois não é uma doença, não é uma pessoa, está no feminino, mas não tem sexo, é algo indecifrável, sombrio, que causa dor não em quem morre, mas em quem fica. A morte não dói o que dói são os motivos que levam até ela. Alguns a chamam de “a viagem” outros de “o fim” a quem diga que a morte seja apenas o começo para uma nova caminhada a também quem diga que é a saída para muito sofrimento.  Eu a chamo apenas de “morte” e sei que ela é a única certeza que temos, todas as coisas podem até ser incertas, mas independente de religião, de cultura, ou de classe social nos tornamos indefesos diante dela.
O curioso é que todos têm medo de morrer até mesmo os que dizem que não tem, talvez sejam esses os mais teme dores, Todos temem a morte, mas muitos a procuram voluntário ou involuntariamente. Na mente de muitos jovens se arriscarem e mostrar se corajoso, se sentir superior  elevar o próprio ego, por que para eles o medo é um sinal de fraqueza. Uma vez ouvi uma frase que dizia assim “Mas vale um medroso vivo que um corajoso morto.” Concordo com isso.
 Neste feriado santo ouve tantas mortes, um rapaz de 19 anos quem sabe talvez até alcoolizado se aventurando em cima de uma moto de madrugada se chocou de frente a um saveiro. E um homem com mais de quarenta anos estava passando por problemas pessoais resolveu misturar doses de álcool com desespero acabou dependurado por uma corda no pescoço.
Eu fico a refletir o que leva uma pessoa a tirar a própria vida? Só tem duas respostas depressão e muito desespero misturado com alcool daí o resto o inimigo faz na cabeça da pessoa...
Confesso já estive em momentos de depressão o desespero era tal que cheguei a pedir a Deus para levar minha vida, aquela noite fui dormir com medo que ele me atendesse, graças a Deus acordei viva pra me arrepender de tal burrice.
Acredito que aquele homem que se suicidou bêbado se tivesse sido socorrido antes de morrer hoje estaria dando risadas por ter tentado tal façanha, infelizmente alguns tem tempo para se arrepender dos erros e muitos não.

terça-feira, 26 de abril de 2011

"Do primeiro amor gosta-se mais, dos outros gosta-se melhor" (Antoine Saint-Exupéry)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Nostalgia

quinta-feira, 14 de abril de 2011

São tantas lembranças, tanta saudade...
Não me arrisco tentar revive-las
pois sei que jamais seria igual...
Fico só com as lembranças guardadas
e a saudade de um tempo perfeito...

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O perigo das paixões

Descobri que o amor é muito mais perigoso do que imagina ser, talvez não necessáriamente o amor, e sim a paixão esse sentimento tão intenso, avassalador, que nos corrompe, nos corrói, nos atormenta, nos cega, nos leva a lugares tão altos onde jamais imaginavamos que poderiamos chegar, mas derrepente ele nos solta e nós ingênuos crendo que o amor nos dá asas caimos, quebramos, nos dilaceramos feito um cristal que jamais pode ser colado. Esse é o perigo das paixões...